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Voltemos?

Uma nova postagem. Porque estou com vontade, acho. Faz tempo que não escrevo e meio que muitas coisas já aconteceram nesse ínterim. Não que eu já saiba de antemão sobre o que escrever, mas faz parte. Às vezes a inspiração só vem quando sentamos na cadeira, pegarmos o lápis na mão e começamos a escrever! Esse Zafón é um mito, mesmo! Preciso ler esse livro novamente; O Jogo do Anjo. É um livro muito bacana e de leitura fácil principalmente para quem se arrisca a escrever. Eu o li há alguns anos, instigado por uma vendedora das livrarias Curitiba. Peguei a versão pocket por motivos óbvios e mal podia esperar para terminar a leitura o mais breve possível, tornando a poder visitá-la em seu ambiente de trabalho. 
Enfim, até onde me lembro o livro conta a história de um cara durante uns 40 anos de vida do sujeito, quite impressive! E eis que ele escreve. E sofre como um escritor assim como eu! Tem seus amores, seus trabalhos, seus problemas, devaneios e desesperos. Tudo muito bacana! Lembro de ter me identificado muito em alguns momentos, a leitura me contagiou tanto que em seis dias eu já estava lá na livraria novamente, para contar a jovem o quanto eu tinha gostado do livro (e dela também). Nada interessante resultou disso. (...) Mas hoje, comprei mais dois livros d'O cara! Comecemos por "A Sombra do Vento".

fout la merde

Puxa vida, que decepção. Tantas pessoas com potenciais diferenciados, com vontades, desejos... conhecimento a ser compartilhado... E no entanto, que falha homérica ao deixarem algo básico como o inglês para mais tarde, desperdiçando o precioso tempo; tão estimado nos dias de hoje... Vêem-se desesperados aos vinte, trinta, quarenta anos! Loucos com uma vontade imensurável e ao mesmo tempo às vezes tão frágil de aprender inglês! E eu, já me sentindo mal por postergar durante alguns anos o amor pela diplomacia e línguas, quão feliz fiquei ao saber que poderia finalmente começar meus estudos na língua Francesa! Tão querida desde Daft Punk, Le Tour de France... E que tristeza me acolheu então, ao tomar conhecimento de que mesmo no último dia viável para matrícula, nem UM humanozinho, academico ou não, havia se matriculado para o Franc~es, assim como também para o Italiano. Onde estarão os cultos, curiosos, amantes da cultura francesa... Onde estarão?

Eu mesmo

Hoje eu não tomei banho. Percebi que perdera o tesão pela vida. Perdera também a fé nas pessoas. Cercado pelo egoísmo destas e enforcado por minha própria hipocrisia, não encontro mais esperança. Mesmo com saúde, minhas lesões me impedem de usufruir "corretamente" das minhas habilidades para ir bem no trabalho. Não vejo mais evolução.
Estou apenas... vivendo. Tentando consertar todos os meus erros reversíveis, buscando, sem prazer ou lazer algum, sair do negativo. Não preciso ficar acima da linha, me contento com o zero. Mas eu tenho que sair do negativo. Antes que seja tarde demais...

Prisão

Impossibilitado de caminhar livremente; preso à muletas tão frágeis quanto meus ossos. A limitação dói mais do que a suadade que tenho de ti. Essa dependência contínua e sufocante ainda me mata. Não que todos nós não morramos no final, mas enfim. Você sabe o que quero dizer. Quando é que voltarei a ser livre? Sozinho em casa, apenas com os livros e um estoque infindável de velas. Nada ficava no meu caminho entre escrever. E andávamos lado a lado; eu, a solidão e a saudade. Claro que eu digo "andar" por puro eufemismo. Na verdade eu ficava parado na maior parte do tempo. Na sacada, quando a neve permitia, e no sofá, o resto do tempo.

Se você diz sim, eu digo não. E se você diz não, eu choro

Manhã úmida esta em que até o sol resiste ao opíparo repasto. Indigno-me com tuas palavras e teus pensamentos. Já não és mais o mesmo. Sinto-me obrigada a afastar-me de tuas ações malevolentes e ordinárias. Teu perfume já não é mais o mesmo. Deixou de me encantar com a brisa da relva poente. O dia nasce para morrer. E teu olhar ínfimo passa desapercebido pelas ondas noturnas.

Dilema

O calor vem e fica. Temo ser a única chance, mas já fico pensando em quais desculpas eu usaria. Chamam-me de precavido, eu, de covarde. Às vezes quando estamos com frio e vamos para um lugar quente, fica quente demais. Quente demais para alguma ação corriqueira. Mas o desejo não cessa. A epilepsia começa. Primeiro a sua orelha se arrepia. Parece bom, mas somente porque é o início. O nariz treme e seek for happiness. O êxtase acontece aqui e agora, infelizmente. O coito é corrompido, tado. E aí vem a notícia, para acabar com a sessão bombardeamento. O quê fazer ? Esse final de semana foi um cu, mesmo. Pior ainda.

Inconsistências de um Coração Atento

É... tudo muda...
e não importa se estás feliz ou não. O tempo vai passar, o conhecimento será adquirido então as coisas mudam. As pessoas não vão mais sorrir para ti. Em troca, receberás olhares desconfiados e palavras secas. A ironia se tornará tua melhor amiga e não deixarás transparecer tuas contradições. Tudo o que vier de ti será considerado outra mentira. Momentos de tensão serão muito mais comuns. Te irritarás com pessoas que antes só te faziam rir. Ficarás só. Tentarás, então, buscar refúgio em outros ambientes. Onde pessoas não conhecem teu passado. Nem tampouco se importam com teu futuro. Então tua mente muda:
"Eu estou bem, não preciso deles.", "Olhem como sou legal!", pensa que pode evitar o passado, mas não se pode evitar o inconsciente. E é aí que tu sentes tudo. Sonha com suas não-mais-amizades-verdadeiras, teus antigos hábitos, a rotina corriqueira que muito te encantava.
Tu não queres mais dormir. Ignoras o jornal que dizia evitar mais de quatro copinhos de café por dia e passa a tomar quatro garrafas por período. Não discerne mais diálogo de discussão, COMEÇA A FALAR ALTO SOZINHO, QUANDO JÁ NÃO HÁ MAIS COM QUEM GRITAR! SOZINHO! SOZINHO. Sozinho. sozinho. e aí, tu choras!

Simple present

Problemas com meu pai? Alguma paixão recente? Amizade, ou a falta dela? Sobre o que eu gostaria de escrever agora? Tenho estado bem satisfeito comigo mesmo nos últimos tempos. No sentido de ter me controlado e não entrado em desespero. Já não consigo me recordar da última vez que estive triste. Mal abria uma brecha para tal, já estava distraído com alguma coisa interessante a fazer. O segredo é não dar tempo para a tristeza. Manter o ócio afastado e a mente ocupada. Buscando coisas diferentes e, às vezes apenas perspectivas diferentes sobre ações já conhecidas. Às vezes apenas isso já basta para que a alegria tome conta de você.

Não me esqueçam

É porque vocês não sabem. Só pode. Visivelmente nossas vidas são diferentes e tomam rumos tão quanto. Será possível que o universo seja tão gigantesco assim? Que bobagem. É claro que sim. Vocês podem ser felizes e tudo mais, com suas piquinezas e alegriinhas de tolos. Bastaria um sorriso diferente ou um abraço apertado que também eu poderia sorrir como vocês. Por que isso não acontece mais comigo? Me tornei tão detestável, assim? Continuo gostando de vocês, mas onde estarão? Não ouço mais suas vozes e tampouco respondem minhas mensagens. Terá sido algo que fiz? Desconfio não ser o caso. Mas se eu respondo sempre, e quando não o posso de forma padrão, arrumo logo um jeito, apenas para não os deixar preocupados. No entanto... onde está a preocupação para comigo? Terei feito más escolhas? Parece-me que sim. Onde estarão meus irmãos e minhas irmãs? Como me livrar dessa dor? Mudar é tão difícil.

É pedir demais esperar que eu seja tratado pelo menos bem como eu trato? E mesmo que não considerassem um ideal, mas para mim é bom o suficiente, se fosse como eu os trato... Pago por vidas passadas? Que insistência sufocante é essa, de rebater todas as investidas, mesmo que amistosas? Estou perdido. Mas não, não preciso disso que você acha que eu precise. E mesmo que fosse, não seria dessa forma. Não aceito. Grr! Que não seja! Não posso ser fraco assim. Estou certo de que o emaranhado de pensamentos que me cercam nada mais são do que as encrencas que eu mesmo me meto por ser legal demais. Por aceitar demasiadas desculpas e receber sorrisos cheios de segredos.

As Tristezas de minha vida

Em que situação que estou... Em casa, não ouço mais nada além do latido incessante do cachorro deveras irritante e as reclamações e de lamúria da mãe; não recebera o pagamento e então punha-se a chorar pelos cantos. O tempo todo choramingando e o fazendo ainda mais alto quando percebia que eu me aproximava. Nenhum lugar da casa estava em silêncio. Isso acabava comigo. A chuva lá fora parou de me impedir com que eu para lá fosse. Melhor ficar molhado e ouvir apenas o som da água. Bem melhor. A borboleta branca não mais passa por aqui.

Do outro estado, a irmã liga aos prantos! Me deixa voltar pra casa, não aguento mais! Dizia ela. Era o fim de seu noivado e estaria voltando pra casa nas próximas horas. Ou pelo menos assim ela disse. O ex é que estava com seu carro! Ainda mais longe do que nós, pareceu-me. A mãe então é que iria ter que buscá-la, desmarcando qualquer agenda que pudesse ter. E quem perdia com isso era eu. Pelo fato da mãe ter usado o meu carro na noite passada, ficara sem gasolina para qualquer coisa! E o dinheiro não havia saído. Ilhado... Ilhado na chuva. Não poderia ir com o próprio carro visitar a amada que para lhe ser franco, não esperava sua visita. Julgava inclusive ser melhor para ambos que não se vissem. Ele insistira, em vão. Tudo parecia irritá-la ainda mais. De todas as dores, essa definitivamente era a pior. Não conseguia animar sua única pontinha de esperança. Seu único motivo para lembrar de sorrir.

Mas não, ele não desistiu.

Obsecado, mas nem tanto

Disseram-me que em nada eu me alterava, que eu parecia confortável como se nada fosse mudar. Ora, assim como você, eu também me habituei. Não às mesmas coisas nem com os mesmo motivos... Mas assim como você conseguiu tornar normal; habitual tal costume, assim o fiz com meus sentimentos. Como modo de não demonstrar fraqueza, seguro-me na frente de outros para depois racionalizar tudo coerentemente. Que eu não tenho medo? Isso seria um equivoco afirmar. Toda vez que ficamos sérios eu fico triste, com medo. Pois que tudo pode acabar amanhã eu sei. Acabo me enganando com todos os momentos bons, esquecendo-me que momentos sérios devem existir, sim. Esqueço-me de que não estou em um conto de fadas na Terra do Nunca onde não existem responsabilidades... Me perdoe por isso. Tento te trazer para essa mentira, esse regresso, mesmo sem querer, sem a ciência. Fazíamos um trabalho tão belo me trazendo para a glória... Por que de repente começo a fazer o inverso? Preciso trabalhar minha impulsividade.

O mundo como o conhecemos

Tudo aquilo então se descobre numa outra roupagem. Não mais do que miragem tudo vira com o passar de poucos segundos. É muito mais fácil destruir do que construir. O suor não cessava de jeito nenhum, precisava existir. Mostrava-lhe que estava sim, se empenhando. Mas isso nem precisava ser pensado, acontecia naturalmente e era bom. Suspiros e sussurros de carinhos e paixão, deveras enjoyable. E então não se percebe que inválido torna-se. Os fluidos ácidos apegam-se de uma forma ao metal que a perda total é eminente! Já estava enfraquecido e mal as vigas sustentavam todo o prédio. Pudera ter em seu poder um solvente que o livrasse do desespero. Pensou então em distrair todos os condôminos de forma a mentê-los entretidos enquanto o ácido corroia, como uma apólice de seguro que não deixa de lado seus senhores, supôs tornar tudo melhor dessa forma. Ledo engano.

E então Deus diz: Me desculpa.

ARGH!

Me sinto fraco e não sei a quem recorrer. Rejeitei um trabalho altamente remunerado que me traria certo conforto apenas por ele ser com meu pai. Não daria certo, não nos damos bem. Eu ficaria confuso e sem graça, sem saber o que fazer e tampouco dizer. Todos acharam estranho, aparentemente somos amigos e curtimos um ao outro, no entanto, mal sabem eles da verdade. Por algum motivo que desconheço eu insisto em conseguir a aprovação dele, em fazê-lo feliz e querer-me perto de si. Não é como se ele tivesse feito o mesmo comigo, quando criança... E também nem é sobre isso que pretendia escrever, oras...

Me sinto fraco... Estou decidido quanto a certas mudanças que devo exercer para crescer como indivíduo, não é de ontem que considero isso, mas sentia-me tão confortável... Morrendo por dentro, mas confortável. E o pior é que preciso muito passar essa fase, o desejo em conquistar determinada façanha muito me apetece. Mas novamente, precisaria estar fazendo-a por mim. Para mim. Foi me dada a tarefa mais difícil para a conquista mais importante. Help, anyone?

Tudo sempre

Deve ser isso mesmo.
Impossibilitado de
aceitar coisas boas na
minha vida, atrapalho-me
até que tudo volte a ser
ruim novamente. Não
me deixo ser feliz. Mas
no entanto... Eu senti.

Atordoado demais

Quase não me acredito que finalmente uma chance apareceu! Eu estive durante tanto tempo assim: incapacitado de escrever... Sei lá se foi minha abstinência de leitura, ou então o meu longo estágio sóbrio, tanto faz... Feliz me fizeram os deuses a me permitirem voltar a escrever!

Talvez eu não tenha exata certeza do que estou escrevendo aqui no papel, mas essa é a minha vontade no momento! Suplico-vos neste instante:

“Olá, me chamo Oliver e tenho 17 anos esse ano. Não sei se isso realmente importa para vocês, no entanto, aqui para vocês está: Estou, no momento, apaixonado por certa garota. É grande verdade que nem próxima de mim vive, feliz seria eu, caso pudesse me controlar.

Todas as minhas oferendas passadas ainda são válidas, can’t you see? Basta apenas que as aplique à si. Porque deverias fazer isso? A VERDADE ESTÁ NA SUA FRENTE! COMO PODE VOCÊ NÃO NOTAR QUANDO ISSO TUDO FAZ PARTE DE VOCÊ TAMBÉM! Quem sabe ninguém está preparado pra isso? Acredito que todos pensem, tenham aquele ‘medo’ de assumir realmente o que queria explorar.

Tentando

ePosso ficar chorando por você? Posso não mais fazer tudo pensando em você, levando-a a acreditar que sinto-me bem assim? Por diversas vezes acabei não prestando muito atenção no dano que estava causando para nosso subconsciente, desejava somente o momento presente e vivia feliz com aquilo. Ledo engano. Começo agora a sentir os efeitos colaterais e cara, que dor.

Por mais que por enquanto não passe de pequenos comichões, temo ter dado início a uma série de desventuras incontroláveis ao meu redor. Nossa verdade esquecida terá finalmente a chance de opor-se perante nós, suponho. Quão longe seremos capazes de ir atrás de nossos sonhos? Desistiremos de tudo e de todos apenas para concretizar a busca infindável da utópica "felicidade"?

Sinto Muito

Quantas vezes já foram? Não aguento mais! Porque é que continuo me maltratando desse jeito? Tento ser sincero e honesto ao expor todas essas coisas que penso e considero mas nunca obtenho um saldo positivo. Toda essa minha verdade serve apenas para afastar as pessoas de mim. Se não posso também mentir para elas, como devo conseguir ser feliz, no final das contas? E se tudo o que eu digo é verdade, por que me importo? Por que me sinto mal? Essa casca grossa não engana mais ninguém... nem eu caio mais nessa. Eu me importo sim vocês... eu preciso SIM de vocês.

Essa dor... essa certeza de solidão, todo esse amontoado de verdades que invadem minha mente nesse momento, como me livrar delas sendo honesto comigo mesmo? Como voltar a ter os doces sonhos banhados de ingenuidade e alegria? Precisava mesmo eu ter me matado assim por dentro? Não suporto mais essa frieza que cultivei dentro de mim nesses últimos meses... anos, meu deus! Tanta gente prejudicada, tantas almas corrompidas... Quanto egoísmo sacana.

Não me engano mais, se algum dia o fiz. Quero fugir disso tudo, PRECISO fugir disso tudo. Tenho que conseguir aquela paz que me salvará de toda essa ansiedade e decepção. Decepção comigo mesmo. Por que é que fujo da felicidade? Tudo às vezes aparece para mim de uma forma tão simples, por que não me conformo com isso? Pra quê dificultar as coisas? Esse limite do diferente que eu estou rompendo, não quero mais. Pára com isso! Vive direito, sorria. Estão todos ali, torcendo por você... não seja injusto com eles. Se não é capaz de fazer por si só, faça-o pelos outros. Mentira, não é assim. É por você, mesmo. Supere tudo isso sozinho! Encontre em si mesmo essa tal força para encarar o mundo e todas as suas crueldades. O tempo ainda está do nosso lado. Pare de lamentar essas coisas fúteis, você é mais forte do que isso! Mas no entanto

dói tanto.

Sinto muito não conseguir te fazer feliz. Sinto muito não conseguir ser quem você precisava que eu fosse. Não fazes idéia o quanto essa impotência me faz triste. Quando só se tem um objetivo, tudo fica a mercê de desmoronar muito facilmente. Eu falho. Novamente.

Conformidade

All you need is love. Nem sou muito fã dessa banda. Gosto mesmo só de uma música deles. Sei de alguém que curte muito essa frase e tudo que ela pode representar, no entanto, quão longe essa frase pode nos levar? Garanto que muitos de vocês são frequentemente surpreendidos com relacionamentos que simplesmente não deveriam acontecer. Tudo por causa da estética. A fisionomia, o fenótipo, é muito valorizado por todos nós. Mas no fim das contas sabemos que sem a química, não há relacionamento que perdure.

Esses dias caiu para mim uma ficha interessante; estava prestes a sair de casa e não me sentia o mais bonito do elevador (favor considerar o fato de que eu era o único no mesmo). Felizmente, não tardeou para que a luz me encontrasse. Nem mesmo eu ia atrás das mais bonitas. Por que, então, elas o deveriam?

fora do horário comercial

Mantenha a calma e não precipite-se. Tudo ao seu tempo e devidamente preparado. Insanidade é fazer a mesma coisa sempre e esperar resultados diferentes. Aproveite esses mini momentos de prazer que são deveras muito bem recebidos. Não posso mais sonhar com você, o dia clareou.

esqueça

Eu sou muito otário mesmo, ora seja. Deixar-me sentir mal por tão pouco. Tudo bem que seu poder de sedução é deveras avançado, mas even tho. Se domino uma técnica de ataque, devo também conhecer suas brechas para poder defender-me dela mesma. E agora veja só... mesmo sem esperança nenhuma desde o início, sabendo que não existiriam mais de 120 dias para experenciá-la, caio assim. A ponto de acordar no meio da noite com uma forte dor no peito, e sem entender o por quê, umedecer os traveseiros com amargas lágrimas de solidão.
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