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Doze maracujás por ano

Talvez a minha incredulidade me leve a agir de forma não tão sensível com meus amores. E por meus amores refiro-me, logicamente à minha família, amigos e você, é claro. Trata-se de uma coisa tão inata que poderia ser usada como desculpa! ... Minha grosseria tentando ser justificada?! Faço-me rir! Mas todos temos necessidades naturais, assim como respirar, comer e por que não indagar? A curiosidade é que nos move adiante. O questionamento de tudo o que é visto e/ou sentido. Então é natural que se pergunte como as coisas funcionam, porque se desenvolvem de x modo... E por que não instigar também as pessoas? São todas tão diferentes uma da outra, infinitas possibilidades nos mais variados tamanhos e formatos... adoro viver.

Prólogo do céu

Uma vez recordo-me ter dito algo como "as pessoas não tendem a simplicidade" e partia-se do princípio de que aquilo era algo em relação à mim, como eu. Não parece ser mais aplicável. Assim como suaves seus movimentos, deveria eu, também manter-me, não? Apenas se as coisas tivessem continuado dessa forma... Passei a complicar-me em extrema demasia. Penso que é até boa essa ciência do bem que fazem as dúvidas. Indagar-se é crescer! Mas não podemos demonstrar insegurança. Mesmo que o que estejas clamando seja errado, faça o com convicção. Não deves parecer indeciso. Não é essa imagem que queres passar.

Quem sabe

É ou não a vida feita de pequenos momentos? Momentos de glória e excitação. Talvez aqueles que nos façam agüentar o dia e sorrir pelo amanhã.
Uma semana. Será esse o meu limite atual? Alimentado por uma vontade solidária, dispus de todo o meu tempo livre e, eventualmente, o indisponível, para estar ao seu lado. Não me arrependo de nada, naturalmente. Como poderia? Você é tão boa para mim. Como é importante essa troca de pontos de vista para melhor compreensão do indivíduo. É realmente uma pena você ter considerado tudo aquilo tão cedo. Adaptamo-nos ao meio em que vivemos. Imagino que conosco não teria sido diferente e, no entanto, não devemos mudar para ficar com alguém, e sim mudarmos juntos, uma vez que já estejamos juntos!
Pode ser que eu me apaixone rápido demais. Coração elástico, coração imaturo... Entrego-me muito facilmente e com maior facilidade ainda encontro-me a mercê delas. Sou muito fraco. Como é que posso fazer tão mal esse balanceio? Por que não fazer valer mais as coisas boas e que me fazem bem, diminuindo assim o nível de tristeza? Penso que me sacrifico demais para vocês, mesmo. Legítimo PM fadado ao conformismo. Que bosta.

De Pende

Tudo fica tão mais alegre! Realmente os problemas parecem desaparecer por alguns momentos. Na verdade o que acontece é que tememos tanto algo que quando ele acontece, o alívio que nos envolve é espetacular! Tudo vem à calmaria. Ou melhor, ao êxtase. O contagiante 'bem-estar' que nos faz dar bom dia a todos, mesmo que isso não faça muito sentido.
Às vezes eu realmente me incomodo com isso. Se eu vejo alguém todo dia e esse alguém é, de fato, meu amigo, não fico dando oi. Saudações são uma perda de tempo, nesse caso. Elas só se vêem necessárias enquanto no estágio de conquista, para que ela (a pessoa) sinta-se querida.
Talvez eu seja diferente/chato demais... tem várias coisas comuns que eu acho muito desnecessárias, como por exemplo tirar o boné durante as refeições; dizer "bom apetite", "saúde"; saudar colegas de classe todos os dias, essas coisas... talvez seja questão de cultura. Costume, provavelmente. Depende de como as pessoas próximas à você agem. Mas você não precisa se portar como elas para que elas te aceitem. Se bem que... não me recomendo tanto assim. Amado e odiado, nunca temido.

Carência

Eu preciso de alguém. Alguém que me ouça. Sempre tenho muito a dizer. Às vezes sou feliz apenas dizendo coisas para mim mesmo – na verdade criamos aqui um paradoxo; para contar algo para alguém, é necessário que eu, primeiramente, saiba o que desejo contar, no entanto, como estarei falando para mim mesmo, apenas perderei tempo me dizendo algo que já sei, caso contrário, não poderia nem sequer pensá-lo – mas puxa vida, como gosto de ser ouvido. Já me peguei diversas vezes, no meio de um relatório, fugindo, mentalmente, do assunto que estava saindo pela boca e me perguntando ‘Porque estou fazendo isso?’, ‘Quem são essas pessoas e porque devo satisfações á elas?’ e ‘Como pude me distrair quando eu é que sou o orador dessa prosa?’! É o maldito senso de razão e sentido. O mesmo que me impede de sorrir, quando apenas os tolos o fazem.

Preciso de alguém que não exista para si. Que exista apenas para mim. Não 24h por dia, isso seria egoísmo, apenas quando necessário. No meio dia, para almoçar comigo e não me deixar comer demais; de tarde, quando reclamo do mundo e da quão injusta é a vida; e de noite, para acalentar meu pranto sob lamúrias incessantes. Preciso de você! Ontem e sempre.

a new notebook

Sabe aquela sensação de caderno novo? Onde nos esforçamos para manter as coisas organizadas e ‘limpas’? Pode-se dizer que eu me sinto renovado deste modo. Passada a borracha... aliás, nem isso. Simplesmente comprando um caderno novo e disposto a organizar-me novamente. Já fiz isso antes, inúmeras vezes. Já abandonei todas as (falsas) esperanças e parti pra outra, ignorando totalmente o recente passado. Deixando assim, coisas para trás, coisas que na hora faziam total sentido, valeram à pena, but not anymore.
Cada parágrafo novo, uma leve mudança no ponto de vista, uma deixa para calcular possibilidades adversas. Todo novo capítulo, uma reviravolta. Externos irão interferir por definição – quando a vida lhe parecer justa demais, desista. Onde está a graça do não-desafio? Nesses novos parágrafos, teorias e explicações são formuladas e repensadas. O objetivo final permanece, apenas com mais vírgulas e pormenores. Isso tudo é muito bom, mas caso você não o fizer EXTRAORDINÁRIO, logo se cansará e assim, todo o tesão de dissipará em forma de angústia e solidão. É preciso saber jogar, ser seu próprio DM imparcial. Sei muito bem de minhas limitações costumeiras de qualquer dominador.
A felicidade real está com o novo caderno. Supondo que tenhamos finalizado de forma a nos agradar, fechamos mais um capítulo de nossas vidas, a saída de um emprego, o término de um curso... qualquer conclusão é válida, desde que você saiba exatamente o epílogo por completo e que nada tenha ficado para trás (...) Sabemos que isso é muito improvável de acontecer. Machado de Assis era um desses que não concordava comigo. ‘Deve-se deixar sempre a dúvida. Fazê-los pensar ainda por muito, depois de terminarem o livro’. Basta que tragamos isso à realidade para percebermos que existe em cada um dos cadernos aí por fora vários questionamentos: “E se eu tivesse ido falar com ela?”, “Como seria se eu não tivesse saído de casa para morar com meus avós?” e até mesmo “Será que ele ainda me ama?”. Todos ótimos exemplos de desfechos mal resolvidos que podem vir à tona nos seus próximos cadernos. Alegre-se por isso, remembers podem ser often divertidos.

Eu enrolo demais. São dezenas de cadernos pela metade, parágrafos inacabados... me sinto o próprio Kafka e como o odeio por isso. O que é bom dura pouco, ou o necessário? Usufruamos como possível cada partículazinha. Tudo é aprendizagem. Tudo é oportunidade de crescer, de uma forma ou de outra. "O Captain! My Captain!"

Por que sou ateu (continuação)

Então fica fácil resumir; ninguém me ensinou a ser cristão. Ninguém me disse que acreditar nesse ou naquele deus é melhor por esse, esse e aquele motivo. Então eu segui o curso natural das coisas, sem nenhuma orientação tendenciosa.
Soa muito óbvio para mim mas normalmente vocês acham difícil acreditar, que vocês são como eu, só não tiveram a mesma sorte. A de não ter pais inclinados dessa forma. Se os seus pais fossem mulçumanos, mesmo aqui no Brasil, você certamente seguiria uma rigorosa ementa disciplinar, independentemente do que seus coleguinhas de classe pudessem vir a discordar. Isso é claro, supondo que sejam pais aplicados. No entanto, certa vez, uma garota chegou a me dizer essa loucura: "Pode até ser que eu me subjugasse aos ensinamentos pagões dos meus pais, mas no fundo eu saberia que estava errada. Eu não me sentiria completa e o senhor haveria de me encontrar". Bastava que ela aplicasse a primeira parte do pensamento para o cristianismo que tudo ficaria bem. Existe uma citação ótima para ilustrar essa situação:
“Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.” Stephen Henry Roberts

Eu não entendo como alguém pode considerar apenas um (01) deus e acreditar que todas as outras 5 bilhões de pessoas estejam erradas e fadadas ao "sofrimento eterno". É muito egocentrismo! E olha que disso eu entendo. Mas pior mesmo são os não-praticantes, não-devotos. Porque você sabe que tem um monte de gente muito mais fudida na vida do que você, mas ainda assim supõe que ele atenderá os SEUS pedidos mesquinhos e egoístas de realização pessoal. Não conheço nenhum cristão livre de preconceitos para com "seus irmãos" (ou seja, todos os humanos) e humilde, acima de tudo, como propõe seu deus. É muita hipocrisia.
Todo mundo que fala que a bíblia é um livro bom, certamente não teve nem capacidade para folheá-la. Não é necessário muito esforço para ao folhear algumas páginas, logo se deparar com absurdos como os que citarei abaixo

Êxodo 35:2 - 'vocês têm seis dias para trabalhar, porém o sétimo dia deve ser sagrado, um dia solene dedicado ao senhor. Qualquer pessoa que fizer algum trabalho nesse dia deverá ser morta'
Deuteronômio 21:18-21 - 'Pode ser que um homem tenha um filho teimoso e rebelde, que não obedece aos pais, nem mesmo depois de ser castigado. Então os pais devem levá-lo aos líderes da cidade e no lugar de julgamento na praça pública eles dirão: "O nosso filho é teimoso e rebelde; ele não nos obedece, gasta dinheiro à toa e é beberrão" Aí todos os homens daquela cidade o matarão a pedradas, e assim vocês tirarão o mal do meio do povo. Todos saberão do que aconteceu e ficarão com medo'
Levítico 20:13 - 'Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte'
Efésios 6:5 - Escravos, obedeçam com medo e respeito àqueles que são seus donos aqui na terra. E façam isso com sinceridade, como se estivessem servindo a Cristo.

Não há como seguir um livro asqueroso como esse. Temos claramente um deus que mata quem trabalha aos domingos, que mata os homossexuais (aposto que nenhum amigo cristão gay meu sabia disso), mata os adolescentes rebeldes e apoia a escravidão. Peço que confirmem tudo isso nas suas bíblias, caso não acreditem em mim. E caso considerem caso de "interpretação", bom, eu digo que eles me parecem bem claros ao usar os termos "deverá ser morta", "matarão a pedradas", "ato nojento", "responsáveis pela própria morte", "escravos", "seus donos aqui na terra".
Claro que antes tudo era mais facilmente aceito. Felizmente hoje, vários conceitos se alteraram, o povo já não é mais tão bárbaro e irracional. Espero que com o tempo tudo possa seguir essa tendência e cair em desusos. Possivelmente logo a bíblia inteira se tornará obsoleta.

Por que sou ateu

“Fale de uma ‘criança de pais católicos’, se quiser; lembre-se que as crianças são novas demais para ter uma posição nesse tipo de assunto, assim como são novas demais para ter uma posição sobre economia ou política. (...) Aquela não é uma criança mulçumana, mas uma criança de pais mulçumanos. Aquela crianla é nova demais para saber se é mulçumana ou não. Não existe criança mulçumana. Não existe criança cristã”.

Richard Dawkins

Muito provavelmente, meus pais mesmo sem conhecer Dawkins, pensavam como ele; decidiram me deixar livre para escolher uma religião ou filosofia de vida. O que faz muito sentido! Como vou aprovar uma coisa que desconheço e até mesmo sou incapaz de compreender devido a minha minúscula experiência de vida? Como julgar e o opinar sem antes conhecer? Não posso dizer que uma coisa é melhor que outra sem nem sequer CONHECER essa outra.

Recordo-me que lá por volta de 1992 eu tinha “aulinhas de religião” em um colégio luterano chamado Bom Jesus. Não me lembro de ter absorvido muita coisa, mas isso logicamente porque minha mente se ocupava com coisas mais interessantes para a época, como dinossauros e motocicletas. Mas uma coisa que nunca me saiu da cabeça foi a musiqunha “já rolou, a pedra já rolou”...

Durante algum tempo eu fiz aulas de street dance e volta e meia participávamos de algumas apresentações em festivais. Quando conversava com alguns de meus colegas da vizinhança, filhos de pais cristãos e eles me diziam coisas como “Hoje não posso brincar, preciso ir pra catequese”. Eu, inocentemente respondia “Puxa, que legal! Vocês vão dançar no Festival de Dança mês que vem, também?” Pra mim, catequese era apenas outro tipo de dança. Eu era assim, pouco instruído e muito feliz!

Minha mãe parecia não se importar nem um pouco com as minhas crenças, quem dirá meu pai... pois que foi somente na 5ª série, no ano 2000, que ela foi chamada à coordenadoria da Escola Municipal Profª Anna Maria Harger para conversar sobre a educação que eu estava recebendo em casa, já que eu havia “desafiado” a professora ao contrariá-la, dizendo que o deus em que ela acreditava, não existia. Óbvio que minha mãe mandou a orientadora pastar e tudo continuou normalmente, mas foi naquela situação que minha mãe descobrira minha opinião.

Com o passar dos anos, as crianças foram ficando mais espertas, começaram a fazer perguntas a respeito do meu não-credo:

Você não tem medo de ir para o inferno, não?

Por saber que deus não existe, todas as suas histórias vertentes também deixavam de fazer parte das coisas em que acredito. Não há porque temer o que não exista, contanto que você SAIBA que não exista. Nunca tive medo de fábula alguma, muito pelo contrário, admiro várias lendas urbanas e religiões politeístas por sua tremenda criatividade.

Como você vive sem amar Jesus, sendo que ele morreu por você?

Primeiramente, como não costumo apreciar muito gentilezas feitas de surpresa, não ficaria agradecido com a idéia de que alguém “se sacrificou por mim” 2000 anos atrás. Segundo porque eu não sou fruto dessa família que Jesus tanto amou e lutou por. Minha solidariedade provém de outras origens que não precisam ser tratadas agora. Se ele se sacrificou por alguém, é porque não valia mais que os outros ou porque já sabia que iam dar um revive nele.

Você acha que não precisa de deus? Coitado, tenho pena de você

Vivo feliz sem deus a minha vida inteira, todas as desavenças que eventualmente me causaram tristeza ou infelicidade foram causadas por pessoas (pessoas que, fazendo ou não o uso da razão, eram cegas demais para enxergar a bobagem que estavam fazendo), nunca um evento da natureza. Adoro a chuva e o sol, a noite e o dia. Sou feliz por viver de bem comigo, por realmente poder usufruir de uma liberdade maior.

Sim, e você acha que vai pra onde, depois que morrer?

Pro mesmo lugar de onde vim. Minha mente parará de funcionar e não poderei usar mais nenhum dos sentidos. Meu corpo servirá de alimento para pequenos seres e, se possível, alguns de meus órgãos habitarão outros corpos. Tento imaginar o desespero de uma vida ETERNA. Pra sempre é tempo demais...

Você acha que tem algum propósito na vida?

Durante um tempo eu acreditava existir para fazer as pessoas sorrirem e isso foi bom pra mim, obviamente, de uma forma não altruísta. Mas depois acabei entrando em depressão e não conseguia nem mais ME fazer sorrir. Finalmente, tempos depois, encontrei algo que me encantava. Ateísmo e livre-pensamento. Comecei a ler muito e também a tentar abrir a mente das pessoas. Não gosto de injustiça, de um modo geral, sempre fico do lado de quem está sendo atacado. Defendo quem quer que seja. Eventualmente acabei voltando a sorrir e agora tendo surpreender as pessoas, de uma forma não necessariamente boa, mas que as faça pensar.

No que você acredita, então?

Eu acredito que todo universo tende ao equilíbrio, adaptando-se conforme as coisas vão acontecendo. Tudo sempre se conserta, contanto que o tempo continue correndo. A evolução ainda não acabou.

A Escolha

Entre. O deleite do não-agora, mas presente e. Viver o que já vivi novamente, pode até ser tudo da mesma maneira. Encontraria-me em desespero. Tenho no não-agora, mas presente, muito do que queria. Talvez não do que queria. O que era que eu queria? Mas então. Fico feliz. Estou feliz, compreende? Acho que é por isso que digo isso. Estou feliz. Portanto, por que deveria mudar? Penso que apenas se, como de costume, a felicidade torna-se sinônimo de monotonia, passado testado, deveras. Creio não ser o caso. Espero não ser o caso. Não há de ser. Se assim, não há motivo para continuar a escrever. Vamos supor então, hipotéticamente. Que eu não estivesse assim. Que eu não conseguisse dizer "estou feliz". Que triste., Eu. Gostei muito de tudo o que me aconteceu. Mesmo se não gostei de uma partezinha, as consequências trataram de suprir o possível mal que tivesse me ocorrido. Tratemos de 'mal' coisas não-felizes. Não felizes de acordo com você. Foi tudo muito bom. Foi tudo tão bom, que eu suportaria, e enjoyaria hacer-los novamente. Entre escolher. É difícil. Sou tão feliz. Fui tão feliz. Ah!, mas. O final seria o mesmo, não? Entao não haveria problema algum. Eu estaria apenas retardando o futuro - como se ele já não o fizesse sozinho - esperado. Só que. Só q. Só que. Só que eu já esperei muito. Muito? Um pouco. Pela estimativa de vida atual, talvez 1/3. Menos, né? Fora o tempo em que eu não tinha noção das coisas - tipo agora? - né? Então recalculando.. Muito pouco. Quase nada. Sendo assim, não teria problema algum, julgo eu. Ordinário mortal. E se. Enquanto eu de volta, as pessoas do não-agora ficassem paradas. E elas é que tivessem que esperar por mim? Como um egoísta, a resposta seria óbvia. E auto explicativa. Me forço a não pensar assim? E se o tempo fosse retirado do seguinte ao não-agora? Não daria certo, né? O seguro, porém conhecido pelo incerto, todavia desconhecido? Er, é até idiota questionar isso. Logicamente. A segunda. Apontando assim. Só me resta chorar, por descobri/ter certeza/realize/se tocar do óbvio. Acabo por ficar no não-agora. O inexistente agora. Cheio de porcentagens e afagos. Amo muito tudo isso. Fuck you Peter-Pan! (vocativo não pede vírgula em inglês, does it?)

O Dia

Hoje é sexta. Sexta 13, lembrei agora. Esse ano 'teremos' duas sextas-feiras seguidas, sabem por quê? Porque Fevereiro começou com um domingo e Fevereiro tem 28 dias, neste ano. Como 28:7(dias na semana)=4,0 mês que vem também começará com um domingo. E todos os meses que começam com um domingo, tem sexta 13. Hoje é sexta. Sexta 13. Mas não faz diferença ser 13 ou qualquer outro número. Porque o número agregado é invenção nossa. Se você gosta do número 13, sextas 13 são legais, assim como quintas 13 e quartas 13. Talvez você seja obrigado a gostar, caso faça algum aniversário no dia 13. Hora ou outra terás uma celebração em um 13 sexta (risos). Hoje é sexta, mas não uma sexta comum. Estou em casa, sem intenções de sair. Com a certeza de que ninguém me chamará para sair, e de que não posso 'simplesmente' pegar o carro e sair. Hoje é uma sexta que não existe. Assim como todas as sextas inexistentes desde o dia 5 de Janeiro do ano presente. "Presente", bah... Só se for de grego. Estou em um outro calendário, agora. Um em que os dias do mês não importam e os finais de semana não existem. 'Assim' como no calendário Maia, minhas semanas tem 6 dias, e um dia-fora-do-tempo. Infelizmente, esse aparenta ter muito menos do que 23 horas, 59 minutos e 59 segundos. Sábados agora, podem claramente serem chamados de sétima-feira, sem problema algum de misunderstanding.

An Apologize / A Disturbed Mind

Foi bobagem. Logicamente você é capaz de usufruir do bom senso sabiamente. Não se faz necessária qualquer intervenção minha, por mais que esta possa parecer - ou não - mais confiável. E é isso que eu quero que ocorra; você sentindo-se à vontade para comentar sobre o que quiser, sem ter que pensar, de fato, se está me magoando ou não, porque seria bobagem eu me alterar por opiniões/ações suas. Sou feliz aprendendo com você todo o tipo de coisa nova, pois lembro que as pessoas não pensam como eu e não tendem à praticidade.

Incrível a capacidade que alguns têm para complicar as coisas. Claro, tudo é muito mais relativo do que simples, mas a verdade é que parece que sabotamos a nós mesmos. Mas a que propósito? O de tornarmos o desafio ainda maior apenas para inflarmos nosso ego ao vangloriarmos da conquista? Ou para sofrermos mais nos sentindo incapazes de chegar à uma solução?

-O quê torna um texto infeliz para o autor? Acho que não gosto de me tornar repetitivo. Não faz sentido reescrever sobre algo a não ser que tenhamos uma nova quantidade a mais de informação considerável. Não me importo muito quando os textos são indiferentes para as pessoas, já que eu normalmente os publico para mim. Mas acho que isso não é inteiramente verdade, pois afinal de contas, eu os mostro para as pessoas. Caso eu apenas escrevesse para entretenimento pessoal, aí sim faria sentido. Será que se eu não linkar mais os meus posts eu vou, eventually parar de escrever?

Hoje me orgulhei de um texto meu. Uma senhora com duas graduações deduziu que só podia ser um texto pronto. Algo semelhante acontece comigo sometimes, ao ler os meus primeiros posts de "lembrardesorrir", espanto-me ao notar palavras e colocações que somente muito inspirado eu as escreveria.

O Epílogo

Olá mundo inanimado. Digo, esquece. Isso tudo se move muito mais rápido do que qualquer outra coisa perceptível after all.
Muitas pessoas me perguntam (
FAIL) por qual razão teria eu parado de descrever-lhes meus dias felizes, e a resposta não poderia ser mais simples; não tem graça. Nunca teve e nunca terá. Não sou um grande leitor ou possuo grandes habilidades líricas. Era apenas a vontade. E a vontade mudou. Hoje sinto-me mais à vontade de simplesmente escrever o quê me vêm em mente. E é por isso que hoje, depois de several days, retorno a escrever. Já ciente de que o agora não existe e que esquecer coisas é uma bênção (apesar de não saber o que essa palavra significa), já que memórias podem ser dolorosas, encontro-me novamente indeciso. E entediado.

O Desespero

Depois de algumas horas sorrindo, já com mais nada para fazer, fico indiferente. Nem alegre nem triste. Mas esse é um momento muito delicado, porque se algo de ruim acontecer, fico extremamente infeliz. Neste espaço de tempo em que escrevo, encontro-me nessa situação. Por isso talvez a folha fique um pouco molhada.

A gente se submete a cada coisa :( Vivo tentando fugir dos padrões, superando as expectativas , positivas ou não. E tento sempre estar preparado para os desafios previamente settados. Quando não me preparo o suficiente, ficou mal. Estou sempre sendo julgado pelos maiores e não gosto que pensem que sou lento. Mesmo porque, sempre aprendi as coisas muito rapidamente. Mas e quando eu não aprendo? É porque eu não quero aprender? Ou estaria eu interessado em outras coisas com uma amplitude esmagadora, impossibilitando que eu veja outras coisas? Crio um certo bloqueio mental, i guess.


Agora me vejo bombardeado de informações já informadas, mas que fazem o menor sentido para mim. Estou mesmo no lugar certo ? (...)
Preciso sair daqui. Jogar uma água na cara, dar uma volta. Pegar um vento, perceber a diminuição do grau de agitação das moléculas. Parar de pensar em tudo e me acamlar. Está na hora de ser mais objetivo. Verificar as propostas e estabelecer prioridades! FAZER SENTIDO!


estou...
estou caindo...
m e a j u d a ; ~

O Disfarce seguido de A Dúvida

Nós até tentamos nos convencer de que fazemos tudo com um propósito maior, mas a verdade é que somos muito curiosos e interessados na vida dos outros. Não eu, claro. Eu já aprendi a me controlar. Comecei parando de asstir tevê aberta. Nossa, como isso deixa as pessoas mais burras. Principalmente esses programas da Globo. Odeio novelas, essas com temas relativamente atuais não passam de uma mentira. Ninguém age daquele jeito. É tudo tão fake que me irrita e eu não consigo mais ficar por muito tempo olhando para aquilo, quando exposto sem querer. Ou então eu fico pensando que minha cidade é muito deslocada, e que as pessoas daqui são diferentes. Pessoas que tentam parecer como pessoas da tevê tornam-se ainda mais idiotas. E lá vou eu ofendendo novamente :P Também não quero aparecer com aquele papo de "tudo o que vc precisa fazer é ser você mesmo que será alguém feliz" porque isso é muito difícil. EU NÃO SEI QUEM EU SOU. Como posso ser algo que não conheço ? Eu posso tirar conclusões baseado nos meus atos anteriores e calcular um movimento que eu normalmente faria, ou que pareça ser tendencioso, tendo todo o conhecimento de atos passados. Outra que quando fingimos ser outra pessoa, não é para NOS agradar, e sim agradar ao próximo. Mas o próximo nunca chegou a te dizer "puxa, vc seria tão legal se fosse como aquele alguém". Yet, você ainda assim se camufla sob alguma máscara que lhe diz a verdade. Fica envolto em fantasias surreais de uma personagem perfeito, ou não. Perfeito para você, que quer aparecer. Mas você logicamente pode criar uma personagem triste e depressiva (caso a resposta seja sim, congratulações), com vários defeitos (cancelando o modelo "perfeição"). Sendo assim, criamos um fantoche com a nossa cara que é mais esperto do que você mesmo. Tem idéias diferentes e passa a ser mais bem-vindo pelos outros membros da turma. Digo mais esperto porque mesmo que você faça papel de idiota, está conseguindo o que queria (atenção), portanto, atingiu o objetivo. Você pode até tentar incorporar essa personagem para o resto da sua vida, e se você conseguir conviver com isso, parabéns! você é um fraco que fugiu de si e da realidade. Por mais que me venha com histórias de infância triste e dificuldades (de todos os tipos), você não precisa mudar o modo de agir porque outras pessoas te dizem que precisa. Lembre-se que você não precisa delas. A não ser, claro, que esteja falando de seus pais e que eles querem que você largue ser tão rebelde, rs. Novamente entram em questão os valores de diferença e igualdade. Either you are IN or OUT.


Hoje eu estava pensando naquele filme chamado Twister. É aquele filme que contém a famosa cena da vaca. E é sobre ela que entrei em uma discução. Temos aqui exemplos de modos de referência à cena:
  • Cena da vaca voando;
  • Cena da vaca voadora;
  • Cena em que a vaca passa voando.

Analisando a primeira sentença, logo de cara pensamos (ou deveriamos pensar): quando uma pessoa está 'voando', ela voa em um avião, helicóptero, PARA-QUEDAS e afins. Mas a vaca está sozinha, logo ela não pode estar "voando". Dei uma ênfase no para-quedas porque não se voa de para-quedas, se plana. Nos semi-esféricos é assim, pelo menos. Acho que pode-se dizer que as asa-delta voam porque elas podem se direcionar para os lados, e subir ou descer.
-O quê define o ato de voar? Ter controle de movimento no ar ?
A segunda sentença é simplesmente ridícula, porque o filme não é de ficção animal e certamente vacas não voam.
Já a terceira é a mais curiosa. A vaca voa com o vento ? Por ela estar se deslocando no ar POR CAUSA do vento, como podemos descrever à cena de forma correta ? Por que um deslocamento por atrito com o vento também pode ocorrer com uma moeda em superfície lisa. O que não significa que a moeda voe. Dizem que os humanos são incapazes de voar, yet, dizem que a vaca passa voando ><

"O voo é a ação de voar, aerodinamicamente, utilizando sustentação, ou aeroestaticamente, utilizando flutualidade. Pode ser mecânico (no caso das aeronaves) ou biológico (animais que podem voar, tais como muitas espécies de insetos, morcegos e pássaros."


Pesquisando mais a fundo, descobri que a vaca se encaixa no caso de sustentação. Sustentação é a componente da Resultante Aerodinâmica perpendicular ao vento relativo. Seria uma força que aparece devido ao diferencial de pressão entre o dorso e a barriga da vaca, que tende a empurrá-la para cima, auxiliada ainda pela reação do ar (3ª lei de Newton) que aparece também na barriga da vaca. Para entender melhor, visite a seguinte url pt.wikipedia.org/wiki/Sustenta%C3%A7%C3%A3o_%28aerodin%C3%A2mica%29
Então eu chego a conclusão de que a vaca estava de fato, voando \o/

O Desejo

Hoje como eu não tive aula, não pude escrever na mesa da sala, o que significa que eu estou escrevendo diretamente no PC. Não sei o quanto isso vai mudar, mas também não é como se eu me importasse muito. Sei que aqui é mais fácil apagar as coisas, incluindo parágrafos inteiros o_O Sei também que os sentimentos são diferentes, pois na aula ainda teria a noite para esbanjar, todavia, agora já é quase hora de dormir. Tudo quase já aconteceu no dia, e isso pode de certa forma alterar o texto.

Sempre temos algo a dizer. Por mais que a gente creia ser idiotice ou coisa sem conteúdo, sempre nos dá vontade de usar as cordas vocais para emitir ruidos cacofônicos ou não, e contar peripécias ou atos ouvidos ou vistos. E mesmo que você diga conhecer alguém que é "quietinho", pode apostar que isso só acontece porque você a vê em um local que não é de seu agrado. Se ela realmente se sentisse à vontade, diria muitas coisas. Todo mundo gosta de um pouco de atenção. Todos gostariamos de ter alguém que nos ouvisse, não importando quando e aonde. Algumas inclusive passam mal por não conseguirem ser ouvidas. Hoje passei por experiências do tipo (logicamente é por esse motivo que aqui vos escrevo
about it) e devo-lhes confessar que isso é algo que me "brocha" profundamente. Certamente eu não ando com pessoas do mal, portanto, não é por malvadeza que me interrompem e me "cortam". Só queria que prestassem atenção em mim. Queria e não queria. Ah, sei lá. Eu não consigo ficar bravo/irritado muito tempo, nem comigo nem com ninguém. Eu posso ficar até o final do dia, mas muito provavelmente na manhã seguinte não me lembrarei mais porque é que eu não estava mais falando com você, ou porque eu não deveria ter te dado o "oi", já que você virou a cara, ainda brava/irritada comigo. E isso é bom, pois não gosto de ficar bravo. São dois trabalhos: Ficar, e desficar. Não vale à pena. A melhor coisa que podemos fazer, caso não há como voltar atrás, é instalar um /ignore na nossa mente e sair dando enter na cara da galera que irrita a gente. No meu caso na cara das pessoas que não me acrescentam nada. Mas aí tem uma coisa. Todo mundo acrescenta algo. Recordei-me do 'quem sou eu' de um antigo amigo que dizia algo como "pelo menos eu sirvo de mal exemplo". E isso é fato. Se pessoas não nos agregam coisas boas, podemos aprender com elas o quê NÂO fazer, ou apenas usá-las como base para possiveis ações próprias.

A paciência. Hoje a minha me testou, novamente.
Pero fiquei feliz com os resultados. Alguns cliques nervosos, mas tudo muito divertido. Gosto de rir de mim mesmo, e de perceber que nem tudo são flores. Elementos surpresa acontecem e mais sorrisos são adicionados à lista. O amor me cerca e eu sorrio. Como é bom viver!

O Desafio

Nossa mente nos prega peças.
Hoje eu estava super feliz, mas acabei entrando em um estado de satisfação tão glorificante que não dava mais bola para as outra pessoas. Não importava se fossem me dar boas ou más notícias, eu continuava a sorrir e cantarolar, não dando a devida atenção. Só que a partir daí as coisas começaram a ficar estranhas. Eu estava mais presente fisicamente do que mentalmente. Um sonho acordado, praticamente. E isso não é legal. O que me levou a questionar o seguinte:

Que tipo de felicidade eu procuro?
Seria a felicidade própria, considerando apenas o estado de espírito ? Tenho certeza que não, porque o meio externo sempre interferirá; o tempo não pára.
Seria a felicidade do meio em que vivo e existo? Também seria egoísmo demais, pois coisas tristes acontecem em lugares distantes e não podemos simplesmente ignorá-las! [Então você se lembra que para mudar um país, deve-se primeiramente mudar sua comunidade. Entra em conflito, pois as pessoas ao seu redor não são tão inteligentes quanto possivelmente aparentam ser, e decide que é tudo muito complicado demais] Penso, então, que a minha felicidade se resume na minha minúscula e insignificante vida perante o vasto universo, a fazer as pessoas sorrirem ao perceber que eu exxxisto = D

Também fico feliz ao resistir a um banho de água fria, pressões físicas, desafios mentais, exposições sentimentais, enfim... todas essas coisas que nos fazem sentir mais humanos. Tem gente que não gosta de levar injeção, eu gosto de descobrir o que me incomoda. Pessoas sentem frio, eu gosto de me preparar para qualquer situação inusitada que eu talvez possa vir a enfrentar. Gosto de pensar, quando perante situação desagradável, que já sobrevivi a coisa pior. Gosto de ver a bola de neve crescer para no final eu detê-la com minhas barehands.
Quando não consigo ?
Paciência.
Acontece.
Perceber que coisas ruins IRÃO acontecer e aceitar o fato de que não há NADA que você possa fazer é o primeiro passo para o estudo da vida na Terra.

O Esclarecimento

Ah! gozar a vida no seu maior esplendor é tudo de bom!
Nada melhor que uma consciência limpa; eu até posso viver sem o carro dos sonhos, o apartamento duplex na cobertura de frente para o mar, a musa da tevê só pra mim e um emprego em que eu só apareça uma vez por semana para sacar a grana dos investidores, mesmo porque, eu não ligo para carros, não gosto de ir a praia, tenho meu shushu e gosto muito de suar para conquistar meu rico dinheirinho, mas enfim,. tudo isso fica ainda mais perfeito com a consciência limpa; sem dever dinheiro para os amigos, ter todas as tarefas e trabalhos da faculdade em dia e esclarecer seu ponto de vista perante as pessoas que esperam algo de você.

As pessoas já tem problemas demais, e você não irá querer irritá-las ainda mais com suas necessidades bobas de amor selfish ou compaixão barata. Claro, algumas quizás venham correndo para você, apenas à procura de atenção, e span quizás, você se mostrará diferente para agradar tal alma carente. E não há nada errado nisso. Devemos dizer às pessoas que não conhecemos apenas o que elas querem ouvir. Isso torna tudo mais fácil.

O Despertar

Prólogo:
"Palavras que são palavras devem ser escritas. Porque hoje em dia a palavra dita já não significa mais nada. Perdeu completo valor. Acordos de nada nada valem se forem apenas a ouvidos. Precisam- ser lidos em algum lugar"


-Por esse motivo é que venho neste blog (o inexistente agora) escrever-me palavras para que mesmo que eu as esqueça, volte a refrescar minha memória apenas by reading them again.

Pesquisei por pequeno período, decidi descrever-me duvidoso destino desnorteado:
"Sempre soube, simpatia só serve se com cordeiro criado com cuidado/carinho. Mato-me matutando maneiras melhores de deixar de desejar-te. Todavia, tentativas todas frustradas. Feitos fetiches (estilo) faroeste, reservo-me a ficar só. E pensar no ainda futuro. O presente será belo."

Lendo assim, parece que estou sempre a procura de algo que nunca chegará. Certamente creio poder me sabotar para nunca atingir o desejo maior, talvez para não cair em falsa felicidade. Afinal, estamos sempre a procura de algo.

Quando é que estamos felizes ? Só consigo sorrir se fingir esquecer tudo o que me aflige, visando focar os pensamentos apenas nas coisas boas. Mas não podes viver sempre no mundo de fantasia. E mesmo se não voltamos sozinhos, alguém tratará de nos puxar de volta para seu mundo de infelicidades. Por isso que o meu sonho é ir para longe das pessoas que me fazem mal, e ficar próximo apenas de quem eu amo. Será que eu seria feliz? Ou será que eu sentiria falta de me sentir mal ou de discutir com os inferiores ?

Você procura alguma coisa para ser igual os outros ? Ou para ser diferente ? Tomemos um carro como exemplo: Você quer aquele carro que todo mundo tem pra você não ficar por fora ? Ou quer um que ninguém tenha, para ser diferente ? Sobre fadas. você realmente gosta delas estampadas na pele de belas atrizes e modelos ?
Ou só gosta de como elas ficam?

Pergunto-me agora sobre o que este blog tratará....
Fico feliz em conseguir rapidamente uma resposta:
Ele será única e exclusivamente sobre a exposição de meus pensamentos e idéias, de uma forma atemporal e possivelmente divertida/intrigante.
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